UAB foi sede de uma Oficina de Turbantes

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Oficina de turbante para alunos do Curso de Aperfeiçoamento UNIAFRO. Foto: Manuela Teixeira.


Resistência, sabedoria, política e resiliência. O turbante surge para o movimento negro como um resgate da cultura dos ancestrais e da estética. Simboliza, politicamente, a resistência cultural dos descendentes dos africanos escravizados em seus costumes originais. No último sábado (9), o polo da UAB de Gramado foi sede de uma oficina de turbantes, atividade presencial da disciplina Negritude e Religiosidade do Curso de Aperfeiçoamento UNIAFRO – Política de Promoção da Igualdade Racial na Escola, ofertado pela UFRGS a professores das redes municipal e estadual de ensino.

Como forma de valorização da história, cultura e estética africana e afro-brasileira, o uso do turbante é uma maneira de empoderar as mulheres negras. Para os seguidores das religiões de matriz africana, o turbante é usado para proteger o “ori”, que significa cabeça, na língua Yorubá, conforme relato das oficineiras Priscila Nunes Ferreira e Vanessa Rodrigues da Silva, durante a aula em Gramado.

Polo da UAB em Gramado – Inaugurada em agosto de 2017 e mantida pela Prefeitura Municipal, a Universidade Aberta do Brasil (UAB) de Gramado conta com os seguintes cursos de graduação confirmados ou em andamento: licenciaturas em Pedagogia e Geografia (UNIPAMPA), Licenciatura Letras/Português (UFSM), Licenciatura Sociologia (UFSM), Bacharelado em Desenvolvimento Rural – Plageder (UFRGS) e Sistemas para Internet (IFSul).

Além das graduações, a UAB oferta cursos de especialização, complementação e capacitação: Especialização em Matemática para o Ensino Médio (UFSM), Curso de Aperfeiçoamento UNIAFRO – Política de Promoção da Igualdade Racial na Escola (UFRGS) e o curso de Formação de Professores para Educação Profissional (UFSM).