Relacionamento – Parte III

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Ao longo do período de nossos diálogos, estamos nos encaminhando para o fim desta temática: relacionamento. Conversamos acerca de amizade e família. Hoje, de forma um tanto íntima, vamos filtrar a família apenas a dois. O comovente relacionamento conjugal.

Primeiramente, há tantas distinções de cônjuges que não podemos generalizar. Uma delas são as pessoas que vivem um relacionamento a dois amigavelmente. São tão amigos que, ao longo das dificuldades, perpassa um completo diálogo entre ideia e conclusão. Casais que, durante a rotina, estabelecem uma conversação. Impressionantemente, para toda e qualquer situação. Obviamente que parece simples, porém não é.

Em segundo patamar, temos aqueles que pouco se falam e tudo compreendem. Algo tão curioso e perigoso ao mesmo tempo. Casais esses que se falam objetivamente. Amam-se com maior carinho e respeito. Mas, são diretos e concisos. Não se faz tanta necessidade muita fala.

Numa terceira visão temos, ainda, aqueles que uma das partes é apegada ao diálogo enquanto o outro não. Nessa situação, incrivelmente, uma das partes cederá à outra. Ora o homem, ora a mulher, ora ambos simultaneamente. Contudo, quando o amor e o respeito são verdadeiros, eternamente se amarão.

Aliás, todos os exemplos aqui produzem amor, respeito, carinho e perseverança. Assim, sabemos o quão valioso é amar. Independente de gênero, etnia ou cor. O amor verdadeiro a dois tornam, eles mesmos, uma só carne e um só coração. Nesse viés, cabe a reflexão: como somos enquanto esposos ou esposas? Namorados ou namoradas?