Prefeitura trabalha para implantação da perimetral oeste em Gramado

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A implantação da perimetral oeste em Gramado está sendo planejada. O projeto da obra que modificará a planta do sistema viário proporcionando uma alternativa estratégica para o trânsito local está a cargo da Secretaria de Governança e Desenvolvimento Integrado. A pasta vem realizando estudos para tornar a futura via em uma realidade. Estão sendo analisados fatores como o impacto ambiental que poderá ser causado com a abertura da nova estrada, volume de desapropriações já que o traçado da perimetral passará por uma área habitada e a extensão do percurso para consequente asfaltamento e demais obras de infraestrutura viária.

LIGAÇÃO DE CINCO BAIRROS

A perimetral oeste deverá abranger os bairros Piratini e Bavária, com ligação para o Casagrande, Três Pinheiros e Várzea Grande. Conforme a titular da Governança, Simone Bender (PMDB) num estudo preliminar o caminho que ligará os bairros Piratini e Bavária tem cerca de 400 metros de via. “Apenas a pavimentação deste trecho custará em torno de setecentos mil reais,” sem contar com os estudos e desapropriações, avalia Simone.

ESTUDOS CONCLUÍDOS EM UM ANO

Simone destaca que por se tratar de uma obra de grande magnitude, não há estimativa para o início e a conclusão da perimetral oeste. “Nós estamos estudando projetos de mobilidade urbana,” afirma ela. “Também teremos uma frente de trabalho em conjunto com as secretarias de Meio Ambiente e de Planejamento no sentido de realizar a avaliação do impacto ambiental e o mapeamento das áreas envolvidas e o que seria necessário para desapropriá-las”, explica a secretária. Simone ressalta que uma das possibilidades é a criação de um instrumento legal para que nos locais onde a perimetral passará não sejam erguidas novas edificações. “Isso para evitarmos que possíveis obras nessas áreas nos impeçam amanhã ou depois de usarmos essa área, não tenho como estimar uma data, mas acredito que em um ano teremos este estudo finalizado,” conclui ela.

“Isso para evitarmos que possíveis obras nessas áreas nos impeçam amanhã ou depois de usarmos essa área, não tenho como estimar uma data, mas acredito que em um ano teremos este estudo finalizado,” conclui ela.



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