Confira os professores do VII Gramado in Concert

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Foto: Rafael Cavalli.


Neste ano, o VII Gramado in Concert, pela primeira vez será realizado de forma remota, híbrida, em função da pandemia. Por tamanha mudança, tivemos todo o apoio e suporte daqueles que carregam em si o espírito do evento: os professores.

As aulas acontecerão através de uma ferramenta online – os professores utilizarão os espaços cedidos pela Gramadotur, no Expogramado, divididos em cinco salas. Os alunos deverão, no momento da inscrição, enviar um vídeo tocando o seu instrumento. Após isso, passarão por uma análise e os professores selecionarão os seus alunos.

Os selecionados receberão o acesso às aulas, a carga horária das mesmas e os dias das atividades propostas. Os alunos terão acesso diretamente de suas casas, no conforto do seu lar. A estrutura exigiu extrema qualidade, principalmente em função do som, ferramenta essa mais que obrigatória para avaliação e ensino.

A edição deste ano conta com 14 profissionais responsáveis por ensinamentos através de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, trompete, trompa, tumba e eufônio, flauta transversal, oboé, fagote, clarinete e saxofone. A biografia, bem como o histórico, de cada um deles está logo abaixo.

Professores de Violino:

Emmanuele Baldini | Nasceu em Trieste, Itália, cercado de música: seu pai, Lorenzo Baldini, é um importante pianista e pedagogo italiano. Sua mãe, Eletta Baldini, é professora de teoria musical e solfejo no conservatório local, além de ser uma bela pianista. Após estudos em sua cidade natal com Bruno Polli, Baldini promoveu seu treinamento de violino em Genebra, com Corrado Romano, em Salzburgo e Berlim, com Ruggiero Ricci e, recentemente, estudou a condução com Isaac Karabtchevsky e Frank Shipway. Desde cedo, Baldini ganhou prêmios de inúmeras competições internacionais, incluindo a “distinção do Premier Prix de Virtuosité”, em Genebra, o “Fórum Junger Künstler”, em Viena, e uma dúzia de outras competições de música solo e de câmara. Baldini já se apresentou como solista em todo o mundo, com cinco turnês no Japão, duas nos EUA e uma na Austrália. Já se apresentou em todas as principais salas de concerto europeias, além das da América Latina e especialmente do Brasil, onde faz sua casa desde 2005. Sua inesgotável curiosidade e paixão pela música ampliou seus horizontes, e depois de uma louvável carreira como violinista (com mais de 15 gravações em seu nome, cerca de 40 concertos de violino diferentes e todas as principais sonatas de violino em seu repertório), Baldini embarcou em novos empreendimentos musicais como maestro, fundou o Quarteto OSESP (com seção de líderes da orquestra da qual é maestro), intensificou suas atividades de ensino e, com o violino, começou a explorar os vastos tesouros musicais do repertório brasileiro, muitos dos quais, infelizmente, permanecem desconhecidos. As colaborações musicais de Baldini incluem inúmeros artistas de renome internacional como: Maria João Pires, Jean-Philippe Collard, Antonio Meneses, Fábio Zanon, Caio Pagano, Jean-Efflam Bavouzet, Ricardo Castro, Nicholas Angelich, entre outros. O falecido Maestro Claudio Abbado escreveu em uma carta ao “Harold Holt”, sobre Baldini, de Londres: “Estou impressionado com sua profunda musicalidade e nível técnico”. É maestro da Orquestra do Teatro Comunale di Bolonha, Orquestra do Teatro alla Scala di Milano, Orquestra do Teatro “Guiseppe Verdi” di Trieste e, desde 2005, é maestro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Também atuou como concertista convidado da Orquesta Sinfônica de Galícia, na Espanha. Os destaques de Baldini incluem concertos no Teatro Colón, em Buenos Aires, no Teatro del Sodre, em Montevidéu, e apresentações com as principais orquestras da América Latina. A partir de 2017, é diretor musical da Orquesta de Câmara de Valdivia, no Chile, que inicia um novo capítulo em sua carreira multifacetada. Emmanuele mora em São Paulo com sua esposa Veroni e sua filha Lavínia.

Cláudio Micheletti | Formado em 2004 na Liszt Ferenc Academy of Music, em Budapeste (Hungria), estudou sob orientação da professora Eszter Perenyi. É ganhador dos Concursos Jovens Solistas da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e

Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório, por três anos consecutivos. É detentor do II Prêmio do X Concurso Eldorado de Música Erudita-1999. Foi membro fundador do Quarteto Camargo Guarnieri (Elisa Fukuda, Cláudio Micheletti, Renato Bandel e Raiff Dantas). Atuou como solista diante das Orquestras OSESP, Camerata Fukuda, Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo (OSM), Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra Sinfônica do Estado de Minas Gerais, entre outras. Foi Spalla da Camerata Fukuda durante 10 anos. Gravou a obra completa de Osvaldo Lacerda para violino e piano a convite do próprio compositor. Foi Spalla da Orquestra Bachiana Filarmônica (João Carlos Martins) durante o período de 2010-2012. Atualmente é Spalla (Professor de Orquestra) da Orquestra Experimental de Repertório (OER) e Spalla da Orquestra Sinfônica da USP (OSUSP). De 2008 até 2019 foi professor de violino na Faculdade Cantareira e de 2009 até 2017 ministrou aulas no Instituto Bacharelli. Em 2011 foi solista no Avery Fisher Hall Lincoln Center em New York, em turnê realizada pela Orquestra Bachiana Filarmônica.

Professores de Viola:

Gabriel Marin | Violista da OSUSP, foi também violista da Orquestra Sinfônica Municipal de SP e, durante seis temporadas, atuou como primeira viola solo da OSB. Foi premiado em diversos concursos, destacando-se o Prêmio Eleazar de Carvalho, do Festival de Inverno de Campos do Jordão de 2004. Foi músico da Orquestra Jovem das Américas, onde tocou ao lado de Gustavo Dudamel, Leonard Slatkin e Yo Yo Ma em turnês por 13 países das Américas. Foi também violista da Odense Symphony Orchestra (Dinamarca), atuando em concertos naquele país e na Alemanha. Estudou com os professores Renato Bandel, Rafael Altino (Carl Nielsen Academy of Music, Dinamarca), Nobuko Imai e Roberto Diaz (Verbier Festival & Academy, Suiça). No seu retorno ao Brasil, fundou no Rio de Janeiro o Quarteto Raga, com o qual se apresentou em diversos concertos no Brasil, Alemanha e Tunísia. Vem sendo convidado como artista e professor em alguns festivais, destacando-se o Festival de Campos do Jordão, Festival de Teresina/PI, Festival “Vale do Café” em Vassouras/RJ, Londrina, Oficina de Música de Curitiba, Gramado in Concert e VIRTUOSI de Recife. Atuou como solista frente a diversas orquestras brasileiras, como OSB, OSPB, ORSSE, Ocam-USP, OSUSP, Orquestra Jovem do Estado de SP, Juvenil de Heliópolis, Sinfônicas de Campinas e de Brasília, e participou como solista do CD “Novos Universos Sonoros”, lançado em 2010. Recentemente também atuou como solista frente a Orchestre D’Auvergne (França) em concertos no RJ. Atualmente, além da orquestra, é professor e coordenador pedagógico do Instituto Baccarelli, idealizador e professor do Encontro Campestre de Violas e violista do Quarteto Carlos Gomes, grupo que vem se destacando no cenário nacional com gravações e edições de compositores brasileiros, chegando ao Prêmio BRAVO!, de melhor gravação erudita nacional de 2018 com o Álbum “Carlos Gomes, Levy e Velasquez”.

Professor de Violoncelo:

André Micheletti | Tem duplo doutorado pela Indiana University em violoncelo e violoncelo barroco, sob a orientação de Helga Winold, Nigel North e Stanley Ritchie, tendo aulas particulares e master classes com Janos Starker. Foi bolsista da CAPES-Fulbright em seus doutorados. É mestre em Violoncelo e Pedagogia do violoncelo pela Northwestern University, em Chicago, sob orientação de Hans Jörgen Jensen e Bacharel em violoncelo pela Unicamp, sob orientação de Antonio Lauro del Claro. Atualmente, André Micheletti é professor de violoncelo e música de câmara do Departamento de Música da FFCLRP-USP. Faz a co-direção artística da Orquestra Sinfônica de Piracicaba ao lado do Maestro Jamil Maluf e é diretor artístico e pedagógico do Festival Internacional de Música Erudita de Piracicaba desde 2011. Foi professor na Faculdade Cantareira, Escola Municipal de Música de São Paulo, Columbus Indiana Philharmonic Orchestra e Unicamp e foi coordenador pedagógico e professor do Instituto Fukuda, do Instituto Baccarelli e do projeto “Cidadão Musical” na cidade de Paulínia. Em 2012, assumiu a presidência da Associação Amigos Mahle para o biênio 2012/13. André Micheletti também foi concertino da Columbus Indiana Philharmonic Orchestra, concertinho da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo e primeiro violoncelo da Camerata Fukuda e da Orquestra de Câmara da Unesp. Como solista, fez a primeira audição do concerto para violoncelo e orquestra de Edimundo Vilani Côrtes e apresentou-se frente à Orquestra Sinfônica de Heliópolis (Baccarelli), Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra Sinfônica de Belém (Pará), Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica de Piracicaba, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, Camerata Fukuda, Orquestra de Câmera da Unesp, Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, North Shore Chamber Orchestra (EUA), Bach Gamut Ensemble (EUA), entre outras. Como recitalista e camerista, André Micheletti tem atuado no Brasil, Argentina, Alemanha, Estados Unidos e Canadá. Em 2019 participou do Lincoln CrossRoads Music Festival. Com instrumento de época (violoncelo barroco), foi finalista do Concours Etoile-Galaxy, de Montreal com o Trio Vetruviani e semifinalista da competição “À Tre”, em Trössingen, Alemanha. Primeiro colocado e melhor intérprete de Música Brasileira nos Concursos Estímulo aos Jovens Solistas do Brasil e no Concurso Jovens Instrumentistas do Brasil, além de vencedor do Concurso Jovens Solistas da Orquestra Experimental de Repertório. Em 2009 foi vencedor do Concurso de Música da Espanha e América Latina, promovido pela Embaixada da Espanha nos Estados Unidos e pelo Centro de Música Latino-Americana da Indiana University, com o Trio Micheletti.

Professor de Contrabaixo:

Alexandre Ritter | Desenvolve, desde 2000, trabalho artístico, pedagógico e de pesquisa na Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (Porto Alegre/RS). Recebeu ambos os títulos de Doutor (DMA) e Bacharel (BMA) em Performance pela The University of Georgia – UGA (EUA). Sua formação musical e acadêmica também inclui um ano no curso de mestrado em Performance de Contrabaixo na University of British Columbia (Canadá). Alexandre recebeu bolsas de estudo para programas como para a Academia Musicale Chiggiana em Siena/Itália onde recebeu Diploma di Mérito, para o Campus Internazionale di Música em Sermoneta na Itália, para o Banff Orchestral Program e para o Toronto Summer Music Academy no Canadá, bem como para o North Caroline School for the Arts nos EUA. Além disso, ele teve a oportunidade de tocar em importantes festivais e simpósios e aprender com contrabaixistas tais como, A. Guaracy Guimarães, Milton R. Masciadri, Milton W. Masciadri, Kenneth Friedman, Franco Petracchi, Joel Quarrington, Edwin Barker, Gary Karr e François Rabbath, entre outros. A experiência profissional de Alexandre como um músico de orquestra inclui compromissos com instituições na Américas do Norte e Sul, incluindo a Orquestra de Câmara ARCO, as Sinfônicas de Savannah, Charleston, Greenville, Athens e Augusta, nos EUA, bem como a Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Orquestra UNISINOS e Orquestra Sinfônica do Paraná (OSINPA), no Brasil. Todo seu trabalho e arte o tem levado a tocar, produzir e apresentar palestras em países como Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá, Costa Rica, França, Holanda, Itália e EUA.

Professor de Trompete:

Érico Fonseca | É um dos mais influentes trompetistas brasileiros de sua geração, com experiência internacional como intérprete e educador. Desde 2008, é trompetista principal associado na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sob a direção artística de Fábio Mechetti, onde também participa em projetos camerísticos oficiais da instituição. Desde 2012, é professor no Departamento de Música da Universidade Federal de Ouro Preto, onde desenvolve atividade docente, promove intercâmbios com professores e estudantes de trompete do Brasil e do mundo, orienta e coordena projetos de pesquisa e extensão. É entusiasta do Ensino a Distância e abarca, em seu Curso On-line para Trompetistas, alunos de várias regiões brasileiras. Desde 2019, é doutorando em música na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na linha de pesquisa “Estudos Instrumentais e Performance Musical”, onde desenvolve sua pesquisa sobre o Ensino à Distância do Trompete, sob a orientação do Prof. Dr. Paulo Ronqui. Desde 2019, é representante da Engelmam Mouthpieces, marca de bocais e acessórios para trompete, com a qual desenvolveu sua própria linha de produtos personalizados. Natural do Estado do Rio de Janeiro, começou seus estudos na Sociedade Musical Beneficente Campesina Friburguense, onde teve como mentores Uldemberg Fernandes, Vinicius Lugon, José Cândido da Costa e Paulo Newton Ennes. Em 1999, foi escolhido como 1° trompetista da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, sob a regência de Yeruham Schwarowsky. Em 2000, mediante um concurso de jovens instrumentistas em sua cidade natal Nova Friburgo, foi escolhido pelo pianista e regente Ricardo Castro como ganhador de uma bolsa de estudos na Haute École de Musique de Suisse Romande (Campus Fribourg, Suíça) na classe de Jean-François Michel (por dez anos, primeiro trompetista da Münchner Philharmoniker, Alemanha). Na Suíça, se graduou em Pedagogia Musical em 2003 (com a mais alta distinção: excellent) e obteve Mestrado em Práticas Interpretativas em 2005 (Prix de Virtuosité, com a mais alta distinção: summa cum laude). Também estudou durante um semestre com Anthony Plog, na Musikhochschüle Freiburg im Breisgau, Alemanha, no ano de 2003. Em 2001, realizou uma semana de master-classes com Adolph Herseth, Markus Stockhausen, Peter Masseurs e Reinhold Friedrich durante o Tromp Muziek Biennale, em Eindhoven (Holanda). Em 2002, foi participante ativo de masterclasses com Maurice André (Zürich Internationale Meisterkurse), Hakan Hardenberger e Urban Agnas (Académie Tibor Varga). Durante as temporadas 2001 a 2003, foi academista na Sinfonie Orchester Biel Solothurn, e na Berner Symphonieorchester, ambas na Suíça. De 2005 a 2007, foi academista da Orquestra da Ópera de Zurique (Philharmonia Zurich) onde foi orientado pelos professores Laurent Tinguely e William Nulty. Experiente trompetista sinfônico-orquestral, trabalhou com regentes de notoriedade internacional como: Carlos Kalmar, Dmitri Kitayenko, Franz-Welser Möst, Marc Minkowski, Philippe Jordan, Alan Gilbert, Ádám Fischer, Vladimir Fedoseyev, Marco Armiliato, Christoph Eschenbach, Christoph von Dohnanyi, Bernard Haiting, Carl Saint-Clair, Carlos Miguel Prieto e outros. Como solista, tocou com a Prague Chamber Orchestra, Argaauer Symphonie Orchester, Orchestre d’Harmonie de Fribourg, Orchestre d’Harmonie La Concordia, Orquestra Ouro Preto, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e outras. Em 2004, foi convidado pela Swiss International Radio a participar como solista do projeto fonográfico Brazilian Musicians in Switzerland, ao lado de nomes como Antônio Meneses, Dagoberto Linhares e Ricardo Castro. Em 2001, foi 2° colocado no Concurso Jeunesses Musicales na Chaux-deFonds (Suíça). Em 2003, obteve o 1° lugar do concurso da Yamaha Foundation for Europe e em 2004, foi finalista do Yamaha Trumpet Contest em Berlim, Alemanha. De 2001 a 2005, foi professor de iniciação musical e metais na École de Musique des Cadets de La Concordia. De 2003 a 2007, foi professor de trompete no Conservatoire de Fribourg (Suíça). Sua carreira de instrumentista e educador o levou a excursionar por diversos países: Suíça, França, Itália, Grécia, Egito, Turquia, Holanda, Alemanha, Áustria, Colômbia, Argentina, Uruguai, Chile e Peru.

Professor de Trombone

Carlos Freitas | Bacharel em trombone pela faculdade Mozarteum de São Paulo, iniciou seus estudos musicais aos 15 anos de idade com o professor Marcos Sadao Shirakawa na Universidade Livre de Música do Estado de São Paulo no ano de 1994. No ano de 1995, ingressou na Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo e em 1997, ingressou na Orquestra Experimental de Repertório, que no ano seguinte 1998, venceu o Concurso Jovens Solistas da mesma Orquestra atuando como solista no Teatro Municipal de São Paulo. De 1998 a 2000 atuou como trombonista da Orquestra Sinfonia Cultura – Orquestra da Rádio e Televisão Cultura. No ano de 2000, tornou-se trombone solo da Orquestra Sinfônica Nacional do Chile, e em 2001 retornou ao Brasil e ingressou como trombone solo da Orquestra Sinfonia Cultura de 2001 à 2003, e Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo de 2001 à 2009. Em 2002, foi vencedor por decisão unanime do júri do “V Prêmio Weril para Instrumentos de Sopros” e em julho de 2003 ingressou como trombone solo da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo, e como Professor de Trombone da Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP. No ano de 2009, ingressou no Grupo Contemporâneo de Câmara da Emesp – “Camerata Aberta”, que no ano de 2011 gravou o CD “Espelhos D’agua” pelo selo SESC, que foi agraciado com o Prêmio Bravo de Música Erudita e com o Prêmio APCA, como melhor CD de música contemporânea do ano de 2012. Como Solista atuou a frente de várias Orquestras como: Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Sinfônica Unissinos RS, Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul, Banda Sinfônica do Exército Brasileiro, Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Experimental de Repertório, Orquestra Sinfônica da Universidade de Santiago – Chile e Orquestra Sinfônica de La Serena – Chile entre outras. No ano de 2010, a convite do renomado Pianista João Carlos Martins, assumiu o posto de Trombone Solo da Orquestra Filarmônica Bachiana SESI SP, que tem como Diretor Artístico e Regente, o próprio João Carlos Martins, e no mesmo ano, junto com o trombonista Baixo da Orquestra Sinfônica Brasileira Ricardo Santos, fundou o Projeto BONE Brasil, projeto que reúne trombonistas das melhores orquestras do Brasil com o intuito de divulgar o trombone como instrumento Solista e Camerista, além de promover encontros e festivais internacionais de Trombone. Carlos Freitas tem se dedicado na difusão do repertório contemporâneo para trombone, com execuções de trabalhos de renomados compositores como Luciano Berio, Folke Rabe, Xenakis e obras de grandes compositores brasileiros como: Paulo Zuben, Flo Menezes, Rodrigo Lima, Sergio Kafejian, Marcilio Onofre, Alexandre Lunsqui entre outros, alem de realizar projetos para estimular compositores brasileiros a compor novas obras para trombone. Em novembro de 2013, gravou seu primeiro CD como Solista, “Trombone Contemporâneo Brasileiro” que reúne seis dos mais renomados compositores brasileiros que escreveram obras inéditas para trombone solo e acompanhamentos diversos especialmente para este projeto, além de ter mais 2 cds com a Camerata Aberta e um CD duplo com o Grupo Trombonismo. Desde 2013 é artista endossado pela Antoine Courtois Paris, uma empresa do grupo buffet Crampon.

Professor de Trompa:

Radegundis Tavares | Presidente fundador da Associação de Trompistas do Brasil (ATB – 2013-2015), tem desenvolvido uma carreira de importantes realizações. Gravou o primeiro CD de um instrumentista de metal brasileiro com piano interpretando obras do repertório tradicional para o instrumento, dentre elas o Adágio e Allegro de R. Schumann e a Sonata op. 17 de L. V. Beethoven, assim como o primeiro álbum solo com improvisação em obras brasileiras na trompa. Coordenou os dois primeiros “Encontro Brasileiro de Trompistas” e o primeiro Simpósio da International Horn Society na América Latina, a 49ª edição, realizada em Natal-RN. Foi eleito em 2017 para a posição de Advisory Council da International Horn Society, o 2º sul-americano a ocupar essa posição. Também tem estreado diversas obras brasileiras para as mais variadas formações, desde trompa solo e música de câmara até concertos com orquestra. Como parte desse repertório de estreias estão obras de José Ursicino da Silva “Maestro Duda”, J. Orlando Alves, Marcílio Onofre, Liduino Pitombeira, Normando Carneiro, Fernando Deddos, Fernando Morais, Gilberto Salvagni, Marcelo Vilor, “Maestro Chiquito”, Dennis Bulhões, Emanoel Barros, Leonardo Torres, Ozébio Rolim e Marcos Toniolo, muitas dessas obras dedicadas a Radegundis. Também se destaca na sua carreira a atuação como solista com orquestra no qual já teve a oportunidade de tocar obras dos compositores L. Cherubini, W. A. Mozart, J. Haydn, F. Rosetti, Strauss, Glière, J. Orlando Alves, José Ursicino da Silva “Maestro Duda”, Sivuca, Severino Araújo e Liduino Pitombeira. Transcreveu, interpretou e gravou diversas obras em várias formações, desde trompa solo passando por grupos de trompas até trompa e orquestra, com destaque para composições virtuosísticas e da música brasileira popular. Cursou Bacharelado, Mestrado e Doutorado na Universidade Federal da Paraíba e teve como professor de trompa na graduação Cisneiro de Andrade e como orientador na pós-graduação Luis Ricardo Silva Queiroz. Durante o curso de Mestrado Radegundis passou a desenvolver pesquisas relacionadas ao aprendizado da trompa e da música brasileira popular, o que tem gerado várias publicações. Coordena projeto de pesquisa sobre essas temáticas e é líder do Grupo de Pesquisa de Prática de Instrumentos Musicais. Paralelamente a atuação como solista e camerista, Radegundis também atuou como trompista convidado em diversas orquestras. Desde abril de 2008 é professor efetivo de trompa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, onde além de lecionar e se apresentar regularmente, tem coordenado projetos, grupos e eventos de extensão.

Professor de Tuba e Eufônio

Luiz Serralheiro | É tubista e formou-se na Escola Municipal de Música de São Paulo na classe do Prof. Dráuzio Chagas, posteriormente graduou-se na Faculdade Mozarteum de SP e se especializou com os prof. Roger Bobo e Anne Jelle Visser em Florença (Italia). Atuou como Principal Tubista da Orquestra Sinfonia Cultura (Orquestra de rádio e Tv Cultura), Orquestra Sinfônica do Estado de SP (OSESP), Banda Sinfônica do Estado de SP, Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo, além de Tubista convidado da Orquestra Sinfônica de USP (OSUSP), Bachianna Filarmônica, Camerata Aberta, entre outras. Atualmente é principal tubista da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, onde desenvolve grande pesquisa no repertório orquestral, tanto sinfônico como operístico. Na área pedagógica é considerado um dos professores mais atuantes do Brasil, sendo professor da Escola municipal de música de SP, Escola de música do Estado de SP, Faculdade Mozarteum de SP, Academia de Tubas do projeto NEOJIBA (Salvador /Bahia) e do Instituto Baccarelli, além de ser convidado para inúmeros festivais, simpósios e encontros musicais. Exerce grande atividade no mercado fonográfico Nacional e Junto a Orquestra Sinfônica de SP participou do projeto da gravação da integral das Sinfonias de Villa Lobos e Prokofiev, além de vários outros títulos premiados. Apresentou-se nos principais Palcos da Europa, Estados Unidos e América do Sul e hoje desenvolve um trabalho solista para divulgação e desenvolvimento da Tuba no Brasil.

Professor de Flauta Transversal

Lucas Robatto | Nasceu em Salvador, Bahia, onde iniciou seus estudos musicais. Entre 1986 e 1992 estudou na Escola Estatal Superior de Música de Karlsruhe (Alemanha) na classe da professora Renate GreissArmin, onde em 1990 graduou-se como Músico de Orquestra e em 1992 completou Curso de Aperfeiçoamento Artístico (equivalente ao Master of Music). Durante este período foi bolsista do DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico), e da Fundação Vitae, além de exercer diversas atividades artísticas e didáticas. Entre 1997 e 2001 cursou e completou o Doutorado em Flauta da Universidade de Washington, Seattle (Estados Unidos), com o professor Felix Skowronek, sendo durante todo este período bolsista da CAPES.Tem participado de numerosos cursos e festivais de música – como bolsista e artista convidado – no Brasil, Itália, Alemanha, Suíça, Portugal, Argentina, Estados Unidos e Canadá. Em 1982, aos 16 anos de idade, ingressou na Orquestra Sinfônica da Bahia, onde passou a ocupar o cargo de 1 flautista /chefe de naipe, a partir de 1991. Em 1992 foi contratado como professor de flauta da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, onde atualmente é Professor Associado de flauta, lecionando na graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado). Atualmente exerce o cargo de Coordenador para Programas de Pós-graduação Profissionais da CAPES. Lucas Robatto atuou como músico convidado em diversas orquestras, tais como: OSESP, Orquestra Sinfônica da UFBA., Orquestra Sinfônica da Escola Superior Estatal de Música de Karlsruhe, Bach Akademie-Stuttgart, Orquestra do Teatro Arthur Azevêdo – Maranhão, entre outras. Como solista teve a oportunidade de apresentar-se diversas vezes frente a orquestras como a Orquestra Sinfônica da UFBA, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Municipal de Campinas, Orquestra da Universidade de Washington e Orquestra da Chamber Music San Juans, entre outras. Além de sua intensa atividade como recitalista, tem atuado como camerista em diversos grupos estáveis, destacando-se: Duo Robatto, GIMBA (Grupo de Intérpretes Musicais da Bahia) e Quarteto de Flautas da Bahia. Lucas Robatto foi premiado nos seguintes concursos nacionais e internacionais: Concurso Eldorado (1995), Concurso de Música de Câmara Santa Marcelina – SP (1995), Concurso Jovens Cameristas – Paraíba (1996), Concurso Internacional de Música de Câmara de Buenos Aires (1996), Concerto Competition da Universidade de Washington (1998) e Prêmio BRASKEM Arte e Cultura – Bahia (2002). Lucas Robatto tem participado regularmente como docente e músico nos seguintes festivais de música: Seminários Internacionais de Música (Salvador – BA), Verões Musicais (Gramado e Canela – RS), Festival de Inverno da Unisinos (São Leopoldo –RS), Festival Internacional de Música do Pará (Belém – PA), CIVEBRA (Brasília-DF), Festival Internacional de Música Colonial e Música Antiga de Juiz de Fora (MG), Festival Internacional de Música de Campina Grande (PB), Encuentro Juvenil Música para Todos (Cordoba – Argentina), Festival Villa Lobos (RJ) e Gramado in Concert (Gramado -RS).

Professor de Oboé

Peter Apps | Nasceu em Londres, começou a estudar música aos nove anos. Sua formação inclui o Trinity College London e a Universidade de Massachusetts, onde concluiu mestrado. No Brasil desde 1998, Peter é um dos principais oboístas do País, reconhecido pela sua atuação na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e na Bachiana Filarmônica SesiSP. Participa ativamente de grupos de música de câmara e recentemente foi solista convidado da Saint Luke’s Chamber Orchestra em Nova York com o maestro João Carlos Martins. Entre os prêmios recebidos destacam-se o Insight Music Award e o Anna Innstone Memorial Award. Peter gravou com os selos Meridian Records (Reino Unido), BIS (Suíça) e Naxos. Como professor, o músico atua no Instituto Baccarelli, onde leciona para crianças e adolescentes, além de dar aulas para oboístas profissionais – vários de seus alunos integram hoje orquestras em diversas regiões do País.

Professor de Fagote

Fábio Cury | Professor de fagote no Departamento de Música da ECAUSP e diretor da Orquestra Sinfônica da USP. Graduou-se na UNICAMP sob a orientação de Paulo Justi;

especializou-se na Escola Superior de Música e Teatro de Hannover, na classe de solistas do Prof. Klaus Thunemann; recebeu o título de Mestre em Artes pela UNICAMP e obteve os títulos de Doutor em Música e Livre Docente pela USP. Integrou, como fagotista solista, as mais importantes orquestras brasileiras, tais como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Além disso, tem se destacado como um versátil solista e camerista, revelando facetas pouco conhecidas de seu instrumento. Foi membro fundador da Camerata Aberta, grupo totalmente dedicado ao repertório contemporâneo com o qual foi premiado pela APCA e pela Revista Bravo. Seus esforços em prol da divulgação da música brasileira encontraram reconhecimento com o prêmio de Melhor Álbum de Música Erudita conferido pela APCA, em 2010, ao CD Novas e Velhas Cirandas: Música Brasileira para Fagote e Orquestra. Lançou ainda Mignone por Fábio Cury: 16 Valsas para Fagote Solo, pelo selo SESC, e Santoro Inédito, pelo selo Água Forte. O álbum Fábio Cury e Alessandro Santoro interpretam Bach registra sua estreia com os instrumentos históricos. Gravou ainda música de câmara para os selos Paulus, Meridian (Inglaterra) e Brasil Meta Cultural – Lindoro (Espanha), em que se destacam suas participações no Opus Brasil Ensemble e no Quinteto Zephyros. Sua atividade multifacetada e a especial atenção que concede à música brasileira credenciaram-no como presença marcante não só em praticamente todos os festivais de música e séries de música de câmara como também à frente das mais prestigiosas orquestras brasileiras. Da mesma forma, já atuou como intérprete, professor e palestrante em eventos na Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá, Estados Unidos, Canadá, Bélgica, Eslovênia, Inglaterra, França, Portugal, Espanha, China e Japão entre outros países.

Professor de Clarinete

Ovanir Buosi | É natural de Americana-SP, iniciou seus estudos musicais aos 12 anos de idade com o professor Luis Afonso Montanha. Graduou-se pela Unesp na classe do

professor Sérgio Burgani e continuou sua formação no Royal College of Music

de Londres, onde estudou com o clarinetista Michael Collins. Em Londres, integrou a Southbank Sinfonia, e apresentou-se com o prestigiado grupo London Winds em performances no Cheltenham Festival, em turnê pela Holanda e no festival londrino The Proms. Foi premiado nos concursos Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), I Prêmio Weril para Instrumentistas de Sopro, Solistas da Rádio MEC e no X Prêmio Eldorado de Música. Desde 1997 ocupa a cadeira de 1o

. Clarinete Solista da Osesp, tendo participado de diversas turnês internacionais pela China, Europa e Estados Unidos, tocando em salas como a Concertgebouw de Amsterdã, Royal Albert Hall de Londres, Salle Pleyel de Paris, entre outras. Frente à Osesp, como solista, fez a estreias brasileira do Concerto para clarinete do compositor americano John Corigliano. Ainda como solista destaca-se as performances junto à Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, Sinfônica da Paraíba, Sinfônica de Campinas, Sinfônica da USP, Sinfônica da Bahia e Filarmônica de Minas Gerais. Desenvolve intensa atividade camerística, sendo participante regular de importantes séries de música de câmara como a Solistas da Osesp, Semana Internacional de Música de Câmara do Rio de Janeiro, séries do MASP e Pinacoteca em São Paulo. Fez parte do Quinteto de Sopros de Curitiba, do grupo London Winds e colaborou intensamente com o Quarteto Portinari, Quarteto Osesp, Quarteto Arianna (EUA), Quatuor Zaide (FRA) e com o pianista Horacio Gouveia. Desde 2016 integra o Quinteto Zephyros, realizando concertos em séries no Masp, Pinacoteca, Festival de Inverno de Campos do Jordão, e em cidades do interior do Estado de São Paulo; também integra o recém-criado Sexteto São Paulo. Em sua discografia consta o registro de obras para quinteto de sopros de compositores das Américas com o Quinteto Zephyros, o CD intitulado ‘Retrato das Américas’ com o pianista Horacio Gouveia e ainda o CD com o Quinteto de

Sopros de Curitiba. Atualmente é docente da Academia Osesp e constantemente é professor recitalista convidado de diversos festivais ao redor do Brasil, como o Festival de Inverno de Campos do Jordão, Festival Internacional de Música de Santa Catarina, Oficina de Música de Curitiba, além de países como Colômbia, Argentina e China. É professor formado da Técnica Alexander. Ovanir Buosi é artista BuffetCrampon.

Professor de Saxofone

Douglas Braga | É saxofonista e compositor, detentor de prêmios nacionais e internacionais, entre eles: I Prêmio no Concours de Saxophone Parisien 2012 (França) – categoria cycle III; II Prêmio no Concours International Adolphe Sax 2012 (França) – categoria supérieur; I Prêmio no Concurso Panamericano de Saxofón 2015 (México); PROAC de Música Instrumental 2017; Em 2014 o CD do Quarteto Art Sax intitulado por sua composição Gare Saint Lazare foi indicado ao GRAMMY 2014. Como solista, atuou com grupos como: Orquestra Jazz Sinfônica de SP, Orchestre à cordes du Conservatoire de Rouen (França), Banda Sinfônica do Estado de SP, Banda Sinfônica do Exército, entre outros. Atua constantemente em concertos e gravações a convite das orquestras: OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra Filarmônica Minas Gerais, Orquestra Sinfônica da USP e Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Tem composições tocadas nos EUA, França, Espanha, México, Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador e Brasil. Por músicos/grupos como: Claude Delangle (FRA), Dilson Florêncio, Fábio Brum, Carlos Ordóñez de Arce (ESP), Reed Five (EUA), Orchestre de Rouen, Banda Sinfônica do Estado de SP, entre outros. Compositor residente da “Journée Adolphe Sax” (FRA), “Concurso Internacional de Saxofone Dilson Florêncio” e “Concurso Internacional de Quarteto de Saxofones” (BRA).  Atualmente é professor de saxofone na Escola do Auditório Ibirapuera, convidado em festivais e universidades por todo o Brasil e América Latina, saxofonista do Ensemble Câmaranóva e lider do Ars – Quarteto de Saxofones. Artista endorser das marcas Henri Selmer Paris, D’Addario Woodwinds e Vientos Bambu.

O VII Gramado in Concert conta com o apoio dos Chocolates Caracol e Chocolates Planalto. O transporte terrestre da Gramado Receptivo. Apoio da Rede Laguetto de Hotéis. Patrocínio da Golden Propriedades de Lazer. A companhia aérea oficial da Azul Cia Aérea. Apoio da Azul Viagens.