Longevidade humana, o desafio dos 150 anos

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O experimento de clonagem, com a ovelha Dolly não deu o resultado que os cientistas queriam, que seria a manutenção das espécies animais exatamente iguais, ad aeternum e a possibilidade de corrigir algumas deficiências para obter uma “perfeição” física.

No entanto, a partir deste experimento, obtiveram um conhecimento não imaginado, quanto a biologia animal, em especial nas extremidades dos cromossomos das nossas células, os telômeros, cuja função descoberta é que são uma espécie de “contador genético”, que proporcionou identificar o limite de idade que nós seres humanos podemos viver até 150 anos, se tiver uma saúde física e psicológica equilibrada.

Com essa informação, alguns pesquisadores incrementaram seus trabalhos na busca de novos conhecimentos sobre longevidade, quanto a nutrição e desempenho físico.

Quem já teve a oportunidade de visitar o Museu do Amanhã, na cidade Rio de Janeiro/RJ, deve ter encontrado um local onde está escrito “o ser que viverá 150 anos, já nasceu” e isso significa que pode ser um de nós. Diante disto, a pergunta a você, caro(a) leitor(a): o que você tem feito de mudança em tua vida (física e psicológica), que propicie chegar aos 150 anos?

Qualquer que seja uma pesquisa, ela necessita de financiamento para ser realizada e muito dos financiadores são da iniciativa privada, portanto irão investir onde observam retorno mais garantido. Isso significa que não investirão em pessoas e sim em indústrias farmacêuticas e/ou alimentícias.

Uma área que se observa um crescimento é a de entretenimento, também há um crescente número de academias que se abrem ao longo do tempo, porém isso atende uma demanda reprimida.

É necessário mudar muito e muito os hábitos de comportamento e de pensamento. Mudanças nas formas de ser, saber e agir. Para isso é preciso de disposição e coragem para mudar, porque no início de qualquer mudança de hábito, nos faz defrontar com situações desconhecidas, que faz aflorar o medo, porém este medo é para estar atento para não cometer erros.

Algumas perguntas que instigam novos hábito: em que posso melhorar em relação ao que fui ontem? O que necessito aprender para tornar mais leve o cotidiano? Como posso melhorar, mesmo naquilo que considero que está bom?