Inveja, o pior dos sete pecados

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Foto: Internet.


É um sentimento que mais prejudica a pessoa invejosa do que a pessoa invejada, como diz o provérbio popular: “invejar é dar murros em espinhos”.

Quem inveja, inconscientemente demonstra inferioridade, insegurança e desgosto perante a felicidade alheia. Em alguns casos, a pessoa invejosa também sente ciúme. No ciúme a insegurança também está presente, porém há outro complicador que é o amor, não o de se apaixonar, mas o de afinidades, aquilo que estabelece vínculos afetivos.

Sem ser simplista, mas a origem deste sentimento reside em não ter objetivo de vida e falta de conhecimento sobre relações humanas em diferentes áreas: familiar, social e profissional.

Pessoas que não têm objetivo de vida ou não compreendem seus propósitos tendem a ser reativas, isto é, só agem quando são afetadas, enquanto que, quem tem objetivos não espera ser afetada para agir, são pessoas pro-ativas.
Não é por acaso que no catolicismo, não basta perdoar por se tratar de um pecado, mas desenvolver virtudes pessoais. É este o nó do problema: como desenvolver virtudes sem conhecimento?

A dificuldade que muitas pessoas tem em aprender é a mudança, ou seja, ao adquirir novos conhecimentos, a pessoa se transforma, se obriga a sair da zona de conforto e isto faz aflorar a insegurança, porque não há retrocesso.
A capacidade de aprendizagem do ser humano é ilimitada e quanto mais conhecimento se tem, melhor a qualidade de vida será.

Outro aspecto sobre novos conhecimentos é a espiritualidade, a qual não se refere ao espírito segundo o catolicismo, mas a capacidade transcendente de interpretar os fatos no contexto onde vivemos. Por que isso é importante? Porque propicia uma capacidade de automotivação e persistência perante as frustrações; desenvolve controle dos impulsos e prolonga o período de satisfação; evita riscos de sobre carga de atividades; desenvolve habilidade de empatia e a capacidade de superação.

Portanto, vamos atrás de novos conhecimentos e deixar a inveja de lado.