Intolerância social

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Foto: Internet.


Por definição, intolerância social é a intransigência com relação a: opiniões, atitudes, crenças do outro, visto que, julgam-se como falsos ou improcedentes e a não aceitação do diferente.

O modo de ser que reprovamos no outro, é explicado pela psicanálise como sendo um mecanismo de defesa, definido como negação.
Nega-se ou julga-se improcedente ou falso, por falta de conhecimento mais abrangente, em especial nos dias de hoje porque recebemos inúmeras informações, dado aos vários meios de comunicação, a que estamos expostos, diariamente.

Tudo, que nos é desconhecido, faz aflorar a emoção medo. Este medo, a depender do perigo, gera as seguintes atitudes: ataque ou enfrentamento, para risco baixo; fuga ou desistência, para risco médio; paralisia ou “fingir de morto”, para alto risco.

A difícil arte de convívio, harmônico entre pessoas, está nas seguintes áreas: religião, política, esportes (em especial no futebol), financeira (riqueza X pobreza), diversidade de raças e diversidade de gênero.

Ao observar na história da civilização, desde o tempo que se tem registro, observa-se que a humanidade sempre esteve em guerra, nenhum poder conseguiu perpetuar-se. Hoje, pode-se dizer que já houve muita evolução, mas não é suficiente para coibir as “micro-guerras” do cotidiano.

Os meios de comunicação em massa, constantemente orientam que respeitem as diferenças e a diversidade, meio que coagindo as pessoas a pensarem de maneira uniforme, mas não é suficiente, porque não produz o efeito desejado. Em outras palavras, deveriam dizer os porquês do não fazer ao invés de dizer: não faça dessa forma.

É a falta de conhecimento que está por trás da intolerância social, porém “encontrar” o conhecimento necessário que coíba a intolerância é um pouco utópico, visto que, deveríamos unir em busca do conhecimento ao invés de buscar poderes e prazeres. Um resumo de nossa história, bem interessante para ler, está no livro:
“A história do mundo para quem tem pressa”. Autoria de Emma Mariott, tradução de Paulo Afonso

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