Inteligência emocional e espiritualidade laica

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Saber lidar com nossas emoções é fundamental, porque sem a “inteligência” delas é estar exposto a conflitos no dia a dia. Com essa pandemia, fica mais evidente a importância desse recurso.

Aparentemente parece simples, mas não é, pois se assim fosse, não haveria conflitos seja em família, escolas e demais corporações onde tenha duas ou mais pessoas interagindo, uma com outras no cotidiano.

Os benefícios de dar inteligência às emoções são vários, alguns como ilustração: (a) dificilmente aceitarão provocações, portanto menos conflitos em qualquer situação; (b) lidará melhor com os sentimentos; (c) terá melhores discernimentos para identificar quando uma informação recebida é falsa (fake news) ou verdadeira.

A boa informação é que, quando há um desejo de aprofundar em determinado conhecimento, é possível aprender qualquer coisa, do contrário, o aprender torna-se enfadonho e como consequência pode surgir irritações, tipo ser reativo.

Para compreender esse “mecanismo”, é necessário conhecer o que é emoção: e de energia e moção de movimento, em outras palavras: é ato de deslocar, o ato de movimentar, a agitação de sentimentos; abalo afetivo ou moral; excitação mental, perturbação ou comoção; reação orgânica de intensidade e duração variáveis, geralmente acompanhada de alterações respiratórias, circulatórias.

As emoções, mais comum no dia a dia, são: medo (a principal), nojo, raiva, alegria e tristeza.

A emoção medo é identificada como a principal delas, porque mais de 80% dos sofrimentos mentais, tem o medo na origem. Com isso, não será apenas com a leitura deste texto, que você eliminará todos os sofrimentos mentais, é necessário buscar auxílio com profissionais da Psicologia.

Aprender a lidar com a emoção medo, ou dar inteligência a emoção, reduz em muito o sofrimento das pessoas. Avalie suas atitudes, se predomina proatividade, os sofrimentos são bem menores, porém se suas atitudes são reativas, aí seus sofrimentos serão maiores.

Quanto a espiritualidade laica, ela dá seus primeiros sinais entre as idades de 15 a 16 anos de vida. Que é a capacidade de se identificar seu papel como ser em qualquer contexto, exemplo: núcleo familiar, tipo: filho, filha, pai ou mãe; no trabalho: líder ou liderado. A intensidade da espiritualidade “acelera” após a idade de 50 anos.