Denariuscentrismo

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“Filosofar significa constatar de maneira clara e segura a causa correta para um efeito conhecido, apresentar a comprovação para essa relação causal bem como para o fato de que não pode ser de outra maneira”.
(Alberto Magno)

Denariuscentrismo advém de dois conceitos. A origem do primeiro se traduz do latim clássico (erudito), denaius “dinheiro”. Mas, o segundo tem sua origem do grego Kentron, “centro”. Assim, o dinheiro como centro universal, como verdade universal. Todavia, alguns problemas surgem com a aplicação deste novo conceito: a má distribuição de renda no Brasil e no Mundo. Por conseguinte, acarreta às discriminações socioeconômicas, nas discriminações raciais, na supervalorização do próprio sem o cuidado com o outro de menos valia capital. Ademais, um problema social que justifica a falta de altruísmo atual.

Em primeiro caso, muito pontual no estado gaúcho, a numerosa população de baixa renda comparada à mínima sociedade acima da média ou, popularmente falada, classe média alta. Um fato muito negativo é a desvalorização da população pobre em relação à saúde. Planos de saúde da rede privada em valores, muitas vezes, inacessíveis para a grande massa populacional; falta de saneamento básico em pleno século XXI; falta de observação no tratamento com os pacientes de baixa renda enquanto, os de melhor “capacidade capital” são muito bem atendidos.

Algumas perguntas ficam para debate: o dinheiro é mais importante que a vida? O que deve ser levado em conta para dar sentido à vida? Qual a finalidade do dinheiro? Será o denariuscentrismo um novo desafio do século XXI?