Como foi o Inter além da briga que estragou o clássico

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Os tablóides, jornais, sites e blogs esportivos de todo o país só sabem falar em um triste acontecimento do jogo de ontem. A triste confusão que estragou o primeiro Grenal da Libertadores na história, também conhecido como “Grenal das Américas”.

Todas as cenas que precisavam ser vistas já foram vistas em inúmeras redes sociais e programas televisivos. Elas foram lamentáveis, por sinal, estragam qualquer sentimento dos torcedores de ambos os lados que ficaram nervosos esperando ver uma baita partida de futebol e tiveram que ver a arena parecer um ringue de MMA. 

Porém, antes disso, o torcedor colorado sentiu que o Inter jogava o clássico como há muito tempo não jogava.

O colorado dominou a partida e se portou como um time que jogava em casa. O Inter foi a campo e buscava o ataque. É bem verdade que o lá e cá da partida fazia com que o Grêmio também buscasse o seu espaço, mas o Inter era diferente. Era um Inter com uma cara diferente. 

O torcedor viu momentos incríveis acontecerem dentro de campo. Viu Rodinei anular o temido Everton Cebolinha e também viu o seu time criar grandes jogadas. 

Dentro de campo, Edenilson e Boschilia quase deixaram o seu em duas oportunidades de cada um. Totalizando quatro chances claras de gol que o Inter não conseguiu vencer. 
O Inter, além da briga foi raçudo, foi rápido, soube armar jogadas e também soube finalizar com qualidade e ser punido por uma trave que parecia mais larga do que habitualmente é nos jogos dentro da arena.

Foi um Inter que demonstrou que pode manter a mesma qualidade quando joga dentro e fora de casa. Uma pena que o jogo tenha sido interrompido por atitudes infantis de ambas as partes tentando provar que era maior no soco do que no futebol.

Uma pena que isso apague a grande atuação que fez o Internacional na noite de ontem.

Tudo o que aconteceu nesse jogo foi perfeitamente ilustrado pela distância que todas as oportunidades passaram da trave: uma pena.