Alegre-se

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Alegre-se! A festa acabou, mas a vida continua!

Alegre-se! A vida continua, mas o tempo não espera!

Alegre-se! O tempo não espera, mas a vida e o tempo são
apenas dois dançantes da primavera.

Alegre-se! A dança de primavera é a imagem dos deuses do
Olimpo!

Alegre-se! A dança de primavera é a esperança de outro dia
seguinte,

É a esperança de mais um nascer, mais uma Afrodite.

Os deuses do Olimpo, em constantes diálogos inconstantes,

Se alegram, se falam, se odeiam em constantes movimentos de divinas
amantes.

Amantes que nunca deixam de amar, amantes que não deixam de
sonhar.

Alegre-se! Não somos deuses, mas somos merecedores da
divindade!

Alegre-se! Não somos obras do Monte Olimpo, mas mestres em
sincretizar a vida!

Alegre-se! Não somos imortais, mas eternos nas
lembranças de um amor sincero!